Virada de tensão num dia rotineiro
Tudo começou na quarta-feira (28) quando um jovem de 19 anos foi para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Barra, em Balneário Camboriú (SC), procurou atendimento médico e solicitou a emissão de um atestado. Durante a consulta, o médico optou apenas por prescrever um remédio para ele, o que provocou uma revolta do paciente, que deixou o local pouco depois. Por volta das 6h de quinta-feira (29) o jovem voltou portando uma arma de fogo na cintura, gerando pânico nas pessoas do local.
Antes que a situação evoluísse para algo mais grave, o vigilante da UPA conseguiu impedir ele de entrar e conversou com o jovem, o convencendo a ir embora. A Polícia Militar (PM) foi acionada para atender a ocorrência, colheram informações e iniciaram buscas pelo suspeito, que ainda não foi apreendido.
A PM informou “A Polícia Militar rapidamente identificou o suspeito e realizou diligências em sua residência, porém não houve êxito na prisão”.
Sobre a segurança com os profissionais da saúde
Aline Leal, a secretária de Saúde de Balneário Camboriú, informou que o paciente foragido já tinha histórico de episódios semelhantes na unidade. Ela também fala da preocupação com a segurança com os profissionais da saúde “nos preocupa, enquanto gestão pública, a segurança dos nossos profissionais da saúde”.
Medidas estão sendo adotadas para reforçar a proteção nas unidades médicas do município, como intensificação do patrulhamento na região, além da implantação do botão do pânico e apoio psicológico aos profissionais que estavam de plantão no momento da ocorrência.
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